Amadas Filhas de Gaya




Há uma flor no coração de cada mulher prestes a despertar infinitas bençãos de luz. Mas para ser flor, antes é fundamental compreender e ter compaixão pela semente que não desabrochou, que não brotou, pois se estava num terreno sem vida e luz, tampouco tocada pelas águas e os ares a lhe movimentar, o que há de tão ruim nesta semente? Nada há, somente a percepção e a consciência de que uma semente jamais irá florescer longe de seu habitat natural em contato com os elementos, com os ares para lhe conduzir, as águas a tocar o seu coração, as terras para lhe acolher e a luz para a despertar à vida. 
Queridas este é o momento, o agora é o tesouro, vocês não estão aqui para sofrer ou se punir pelo passado ou o futuro inexistente, mas para viver a felicidade de ser quem são legitimamente, ser a natureza original. A natureza que é o que é, não há flor que queira ser outra coisa do que florescer, não há pássaro que não busque os céus, não há águas que não busquem fluir e encontrar oceanos. Então porque se punir e lutar contra si mesmas, contra o que são, porque ter raiva de algo tão puro, belo e capaz de curas tão profundas como o coração raiz? Porque não escutá-lo? Porque não permiti-lo desabrochar? 
A primavera é o chamado à luz, ao despertar da vida para que dance e vibre na natureza original que está manifestada na alma feminina. Vocês têm o poder de criar e de nutrir a vida com alegria, com graça, com luz.
PERDOEM-SE E PERDOEM! Toda a dor e a mentira habitam o passado e provêm de bloqueios pregressos. Mas eles deixam de existir quando a menina toca a essência da flor que há em si e a permite se mostrar. 
Queridas o coração é a ação da cor, as cores que brilham em vocês, estão manifestas na natureza e é por estas cores que a luz se faz e a tudo cura.

As Deidades das Águas

* Mensagem canalizada em 25 de setembro de 2016.

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