As mentes e o eu
“Nunca mintas a ti próprio”, eis um provérbio que se ouve frenquentemente, porém, a quel EU se refere?
Há dentro de cada uma de nós, duas mentalidades, a física e a espiritual. O espírito é uma força e um mistério. Tudo quanto sabemos ou podemos chegar a conhecer a seu respeito é que existe e que estende a sua ação sobre todas as coisas e fenômenos da vida física, pois vemos e verificamos os resultados dela em tudo, mas muitos dos seus efeitos escapam à percepção dos nossos sentidos físicos.
O que vemos de uma coisa qualquer, árvore, animal, pedra ou menina, é apenas uma parte mínima dessa mesma coisa. Esta força atua constantemente sobre eles, é esta energia que forma a flor, desde o pólen até a sua completa maturação e esplendor.
O ver, o raciocinar, o apreciar e de tudo quanto se lhe refere ou lhe é inerente, no conhecimento desta força, é o que se chama a “mente espiritual”.
Em virtude desse conhecimento, possuímos o maravilhoso poder de fazer uso desta força e dirigi-la, logo que a descobrimos e sabemos que existe, para nossa saúde, para a nossa felicidade e para a harmonia eterna da nossa mente. Nada mais somos do que um composto desta força e, portanto, a estamos atraindo constantemente, para ser convertida, depois, em parte do nosso próprio ser.
A mente material não acredita que o seu pensamento seja uma coisa tão real e verdadeira como a água que bebemos ou o ar que respiramos. Mas a mente espiritual sabe, pelo contrário, que cada um dos mil pensamentos por nós formulados todos os dias, secretamente, é uma coisa real, um elemento verdadeiro que atua sobre a pessoa ou pessoas para as quais é dirigido; como igualmente sabe, também que toda matéria nada mais é do que manifestação do espírito ou força; que tudo quanto é material ou físico continuamente se está modificando de acordo com o espírito, que se exterioriza a si próprio sob a forma por nós denominada matéria.
A parte ignorante de nosso EU opõe uma resistência aferrada a despender-se dos seus modos habituais e rotineiros de pensar.
A mente física só deseja seguir sempre os caminhos rotineiros de suas idéias costumeiras. Quer fazer e continuar sempre a fazer apenas o que tem feito, o que seus antepassados fizeram.
Porém, quando a mente espiritual começou uma vez a despertar, nada pode deter o seu acordar definitivo.
Há dentro de cada uma de nós, duas mentalidades, a física e a espiritual. O espírito é uma força e um mistério. Tudo quanto sabemos ou podemos chegar a conhecer a seu respeito é que existe e que estende a sua ação sobre todas as coisas e fenômenos da vida física, pois vemos e verificamos os resultados dela em tudo, mas muitos dos seus efeitos escapam à percepção dos nossos sentidos físicos.
O que vemos de uma coisa qualquer, árvore, animal, pedra ou menina, é apenas uma parte mínima dessa mesma coisa. Esta força atua constantemente sobre eles, é esta energia que forma a flor, desde o pólen até a sua completa maturação e esplendor.
O ver, o raciocinar, o apreciar e de tudo quanto se lhe refere ou lhe é inerente, no conhecimento desta força, é o que se chama a “mente espiritual”.
Em virtude desse conhecimento, possuímos o maravilhoso poder de fazer uso desta força e dirigi-la, logo que a descobrimos e sabemos que existe, para nossa saúde, para a nossa felicidade e para a harmonia eterna da nossa mente. Nada mais somos do que um composto desta força e, portanto, a estamos atraindo constantemente, para ser convertida, depois, em parte do nosso próprio ser.
A mente material não acredita que o seu pensamento seja uma coisa tão real e verdadeira como a água que bebemos ou o ar que respiramos. Mas a mente espiritual sabe, pelo contrário, que cada um dos mil pensamentos por nós formulados todos os dias, secretamente, é uma coisa real, um elemento verdadeiro que atua sobre a pessoa ou pessoas para as quais é dirigido; como igualmente sabe, também que toda matéria nada mais é do que manifestação do espírito ou força; que tudo quanto é material ou físico continuamente se está modificando de acordo com o espírito, que se exterioriza a si próprio sob a forma por nós denominada matéria.
A parte ignorante de nosso EU opõe uma resistência aferrada a despender-se dos seus modos habituais e rotineiros de pensar.
A mente física só deseja seguir sempre os caminhos rotineiros de suas idéias costumeiras. Quer fazer e continuar sempre a fazer apenas o que tem feito, o que seus antepassados fizeram.
Porém, quando a mente espiritual começou uma vez a despertar, nada pode deter o seu acordar definitivo.
“o
nosso verdadeiro EU pode não se encontrar onde se encontra o nosso
corpo, então a chave é a busca de nossa verdade interior para que possamos vibrar numa só consciência, da luz pura que somos!
Vamos abrir a mente?



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